Educação Financeira
A ARTE DE DOMINAR O DINHEIRO
                   

          

    

 

 

                                        

O Guia Prático Para um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso

Você sabia que o planejamento financeiro pessoal é apontado por profissionais como a ferramenta de maior importância para alcançar seus objetivos? Pois é.

Por isso, neste guia vamos te ensinar a criar um planejamento poderoso para te ajudar a realizar seus maiores sonhos - acredito, é possível!

Sem planejamento, muitos empresários começam um negócio sem conhecer seu público-alvo, os fornecedores, a concorrência, os custos fixos e variáveis e acabam fechando as portas antes que o negócio complete dois anos.

Quando olhamos para as finanças pessoais, o cuidado com o dinheiro e com a gestão dele é deixada para trás por muitos brasileiros, que preferem simplesmente tomar as decisões a partir de “contabilidade mental”.

Conceito: O que é um planejamento financeiro pessoal?

O planejamento financeiro pessoal nada mais é do que definir uma estratégia para tomada de decisões a partir da utilização de ferramentas de controle, empregando uma inteligência capaz de facilitar a realização dos objetivos levando em consideração o perfil e característica pessoal de cada pessoa.

Como fazer o planejamento financeiro pessoal?

O planejamento financeiro deve ser um processo contínuo e deve abranger a identificação e equilíbrio do que entra e o que sai de dinheiro, o ajuste de contas, a escolha de investimentos e a renegociação de dívidas, quando necessário.

Felizmente, elaborar o planejamento financeiro é mais simples do que muita gente imagina.

Por que o planejamento financeiro pessoal é imprescindível?

Infelizmente, no Brasil não temos desenvolvida a cultura da valorização da educação financeira.

As famílias pouco falam sobre dinheiro (tratam do tema apenas quando surge um problema financeiro) e nas escolas também não encontramos projetos de peso desenvolvidos por profissionais gabaritados para tratar do assunto “dinheiro” com propriedade.

Por conta dessa realidade, da economia e dificuldades de um país em desenvolvimento, o planejamento financeiro se torna fundamental em todas as famílias, que precisam, em alguns casos, até de ajuda profissional para desenvolvê-lo.

5 Erros comuns (e como evitá-los) do planejamento financeiro

Um bom planejamento financeiro exige que as pessoas mantenham uma certa disciplina. É importantíssimo perceber que, mais do que adotar uma ferramenta de controle, o que fará a diferença entre o sucesso e o fracasso está no comprometimento pessoal de cada um para colocar o planejamento financeiro em prática.

Mudar a rotina, principalmente no começo, e adotar novas práticas financeiras pode ser algo complicado. É preciso empregar uma boa dose de disposição e organização, inclusive dedicando tempo e energia.

Alguns erros estão mais presentes na rotina de quem utiliza o planejamento financeiro, isso é normal e faz parte do aprendizado. Vamos agora conhecer um pouco mais sobre os 5 principais erros:

Erro 1: Acreditar que só quem tem muito dinheiro precisa controlar as despesas

Esse é sem dúvida um dos erros mais comuns. Costumamos ouvir de muitas pessoas que o próprio salário é tão baixo, que não é possível nem mesmo desenvolver um bom planejamento financeiro.

Infelizmente, a verdade não é bem essa. Está mais do que claro que o que foge do controle das pessoas são os pequenos gastos, que repetidos em grande constância acabam corroendo o orçamento.

A ideia do controle e do planejamento financeiro não é puramente proibir os gastos, mas identificar os gastos para que o orçamento das pessoas alcance o sonhado equilíbrio.

Erro 2: Não priorizar a necessidade de investir para realizar os sonhos

As pessoas não encaram os investimentos com a prioridade necessária. É comum conhecermos pessoas que passam a vida toda reclamando que nunca sobra (e nunca irá sobrar) recursos para investir.

Os investimentos devem ser o primeiro “gasto” da família. Logo, não podemos esperar para ver o que sobra. A regra deve ser: definir um percentual das receitas para seus investimentos e a partir de então adequar o seu padrão de consumo.

Erro 3: Não entender a diferença entre investimentos e reserva para emergências

Um bom projeto financeiro, leva em consideração a necessidade de manter uma reserva para emergências.

A reserva financeira tem um objetivo específico, até por isso não deve ficar junto dos investimentos.

Uma boa reserva para emergências deve ser o suficiente para manter o padrão de vida de uma família por pelo menos 6 meses.

Erro 4: Não perceber que os bancos nem sempre oferecem o que você precisa

O relacionamento das pessoas com os bancos é muito baseado na confiança. Saber que existem profissionais que cuidam do nosso dinheiro é importante, acontece que pouca gente parou para refletir que os bancos nem sempre oferecem às pessoas os melhores produtos.

Os gerentes bancários possuem metas agressivas e são muito bem remunerados quando conseguem atingi-las, mas, infelizmente, os produtos que eles oferecem são muito mais rentáveis para os bancos do que para seus correntistas.

Na realidade, os bancos nem sempre oferecem os produtos que os clientes realmente precisam, e sim aqueles que são do interesse da instituição.

Erro 5: Não valorizar a ajuda de profissionais na hora de fazer um bom planejamento

Se um dos erros das pessoas é supervalorizar o papel do gerente bancário, outro erro muito cometido e que prejudica os resultados do planejamento financeiro pessoal, é a pouca valorização dos profissionais que trabalham com esse assunto.

A regra é simples: bons profissionais custam caro, mas ter acesso a um trabalho bem feito no planejamento financeiro pode significar uma enorme economia de gastos ao longo dos anos.

Um bom profissional poderá ainda indicar melhores investimentos, que farão toda diferença no decorrer do tempo. Portanto, não deixe de valorizar os bons profissionais que trabalham com planejamento e consultoria financeira.

Como montar um planejamento financeiro pessoal?

Para começar a montar um planejamento financeiro pessoal, o primeiro passo deve ser reunir o maior número de informações possíveis sobre sua realidade financeira.

Separe extratos de conta corrente e de investimentos, comprovantes de compras, comprovantes de renda, entre outros materiais que o ajudem na primeira análise da sua situação financeira.

É importante levantar o patrimônio que você possui e também as dívidas para conhecer a real situação patrimonial – o objetivo é elaborar o planejamento financeiro pessoal de forma adequada e, principalmente, realista.

Uma questão importante e que precisa ser considerada com todo cuidado por quem possui dívidas é ficar atento as taxas de juros. Em muitos casos, a melhor saída pode ser renegociar as dívidas.

Aqueles que já estão investindo devem observar a rentabilidade dos produtos que possuem e se o risco ao qual se expõem está de acordo com o seu perfil de investidor. A reavaliação da carteira de investimentos também faz parte do processo de planejamento financeiro pessoal.

Organizando as contas pessoais

Organização é algo primordial para quem pretende desenvolver o controle financeiro e está entre as necessidades básicas para um bom planejamento financeiro pessoal.

Existem diversas formas de organizar as contas pessoais, criando assim um sistema de controle financeiro.

Um controle financeiro pessoal simples muitas vezes é o suficiente para garantir ótimos resultados, e ele pode ser feito inclusive usando uma caderneta onde as receitas e despesas são inseridas, criando um controle financeiro doméstico.

Algumas pessoas preferem utilizar ferramentas para se organizar. Uma planilha de controle financeiro, utilizando o Excel, é uma alternativa que funciona muito bem.

Elabore uma planilha de controle mensal utilizando o Excel

Fazer o controle financeiro utilizando o Excel é algo relativamente simples, não é necessário conhecimento avançado para utilizar a ferramenta.

Existem muitos modelos de planilhas, algumas inclusive oferecem gráficos que facilitam a visualização da evolução dos gastos e receitas.

Você pode criar sua própria planilha utilizando os diversos exemplos espalhados pela internet. Lembre-se apenas que é fundamental, ao elaborar o planejamento financeiro e consequentemente sua planilha, que as despesas e receitas estejam muito bem detalhadas e categorizadas.

Evite itens na sua planilha que são nomeadas como “Outros” e “Diversos”, pois para o planejamento funcionar os detalhes são fundamentais. Não adianta gastar e não saber para onde foi o dinheiro, certo?

Lembre-se ainda que o cartão de crédito é uma forma de pagamento e não um grupo de gastos, portanto ao efetuar o pagamento do supermercado com ele, o valor dessa despesa deverá ser alocado nos gastos de “supermercado” e não em uma despesa “cartão de crédito”.

Aprendendo a lidar com o dinheiro

Falar sobre dinheiro sempre foi um desafio para boa parte das famílias. Por isso, ao abordar o dinheiro sobre o ponto de vista do planejamento financeiro (e não apenas quando ele é sinônimo de problema), caminhamos para formar pessoas que vão valorizar não o dinheiro em si, mas sua importância para construção de liberdade e qualidade de vida.

Defina seus objetivos e projetos financeiros

Muita gente começa, por diversas vezes e em vários momentos da vida, a guardar dinheiro. Fazem isso até mesmo por períodos relativamente longos, em alguns casos até por anos, mas não conseguem ver propósito no ato de poupar e acabam gastando o dinheiro de uma hora para outra.

A experiência de poupar por poupar vem mostrando que essa estratégia não funciona. É importante que exista um objetivo para o dinheiro: o motivo bem claro funciona como um motivador adicional para você poupar e investir melhor seu dinheiro.

Defina seus objetivos como de curto, médio e longo prazo. A partir daí, faça projeções de quanto vai precisar de dinheiro para realizar seu objetivo. Dependendo do tempo (maior ou menor), você deverá escolher investimentos diferentes (mais ou menos arriscados, com maior ou menor potencial de retorno).

Um bom exemplo para demonstrar a ideia é um jovem com 20 anos que deseja alcançar a independência financeira aos 65. Como o objetivo é de longo prazo, faz todo sentido ele aproveitar boas oportunidades na renda variável (com até 50% do patrimônio lá, por exemplo), visto que o tempo ao seu favor diminui o risco.

Educação financeira pessoal: um conhecimento rentável

A educação financeira é muito mais do que simplesmente falar sobre dinheiro ou ficar apenas alimentando planilhas. Educação financeira é sinônimo de liberdade!

Ao vivenciar na plenitude os conceitos da educação financeira, as pessoas passam a valorizar a gestão e as escolhas conscientes, descobrindo que a conquista dos sonhos é mais rápida (e barata) quando feitas com planejamento.

Educação financeira é valorizar os recursos, aprendendo a construir cada vez mais com menos.

Ajuste os seus hábitos

A mudança ou ajuste nos hábitos é essencial para quem busca a educação financeira como um estilo de vida.

A transformação começa ao abandonar o consumo simplesmente por status, afinal a transformação da educação financeira nos apresenta um mundo real onde o bem-sucedido não se sente realizado por demonstrações ou ostentação, mas sim por conquistas pessoais.

Economize seu dinheiro periodicamente

A educação financeira abre portas para a construção de patrimônio. A economia periódica é importante, afinal o planejamento financeiro que funciona é aquele que constantemente é revisto e aprimorado.

Economize e invista sempre, isso facilita seu caminho para a independência financeira. E para saber como está sendo a jornada, separe um período do ano para fazer a revisão de seu planejamento.

Invista e economize inclusive quando tudo parece estar indo bem demais, pois são nesses momentos que costumamos sair fora da linha.

Aprenda a ficar rico investindo

Ficar rico investindo é possível, mas é necessária uma estratégia elaborada e consciente. O bom investidor sabe o que quer, se mantém informado e sempre busca novas oportunidades de angariar mais conhecimento.

O Brasil, mesmo na crise, está cheio de oportunidades para quem quer investir e enriquecer. Temos por aqui investimentos de renda fixa que oferecem percentuais de retorno acima de dois dígitos.

Ao mesmo tempo, quem procura diversificar e tem perfil para correr certo risco, pode achar a renda variável interessante – a crise deixou a bolsa brasileira “barata” e quem possui uma boa estratégia pode lucrar muito com a valorização de nossas empresas, afinal as crises não são eternas. br>

Um exemplo prático de planejamento financeiro pessoal

O planejamento financeiro pessoal é indispensável para quem busca o sucesso financeiro.

Para facilitar o seu planejamento, um bom exemplo prático segue os principais passos a seguir:

- Reúna as informações necessárias e dimensione a real situação financeira e patrimonial;

- Identifique quais são seus sonhos e objetivos;

- Faça uma lista com o que deseja conquistar no curto, médio e longo prazo. Seja específico e atribua um valor para cada um destes;

- Avalie se os valores e horizontes de tempo atribuídos a cada objetivo são realistas;

- Reavalie anualmente seu planejamento para ajustar os seus sonhos ao atual cenário econômico da família;

- Elabore um plano para renegociar e eliminar suas dívidas;

- Economize e invista pelo menos 10% de sua renda líquida mensal;

- Forme uma reserva de emergências capaz de sustentar sua família por pelo menos 6 meses sem depender de renda.

Conclusão

Disciplina é a chave do sucesso!

Um bom planejamento financeiro exige disciplina. Como falamos, o que fará a diferença entre o sucesso e o fracasso é o seu comprometimento pessoal de colocar tudo o que te ensinamos em prática.

Coloque o planejamento financeiro pessoal como prioridade

O planejamento financeiro é uma arma poderosa e precisa ser uma prioridade na vida das pessoas. Para construir seu orçamento, tenha em mente que você precisa muito mais de disposição e comprometimento do que conhecimentos avançados em finanças.

Fonte: Rico


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